segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Pedais de efeito






Pedais de Efeito são dispositivos, muitas vezes portateis, para alterar/adicionar um efeito em um sinal de som.
Basicamente o sinal passa por dentro do circuito do pedal (este podendo ser analógico ou não) sendo alterado por ele e saindo por uma saida (mono ou estéreo) o sinal "alterado". Comumente usado por Guitarristas os pedais de efeito também são usados por outros intrumentistas em alguns casos.

Alexandre Menezes


Alexandre Menezes, conhecido como Xandão, é um guitarrista brasileiro integrante da banda O Rappa desde a sua formação. Durante a turnê Acústico MTV tocou diversos instrumentos como acordólia, bandolim, cavaquinho, violão e craviolas.

Pedais



Pedais de Efeito são dispositivos, muitas vezes portateis, para alterar/adicionar um efeito em um sinal de som.
Basicamente o sinal passa por dentro do circuito do pedal (este podendo ser analógico ou não) sendo alterado por ele e saindo por uma saida (mono ou estéreo) o sinal "alterado". Comumente usado por Guitarristas os pedais de efeito também são usados por outros intrumentistas em alguns casos.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Fender Telecaster - Carina Hublet Zambrana


Fender Telecaster, também conhecida como Tele, é uma típica guitarra elétrica de dois compartimentos, de corpo sólido construída pela Fender. O seu projeto simples, mas eficaz e seu som revolucionário inovou e criou tendências na fabricação de guitarra e na música popular. Inicialmente distribuída como Broadcaster no outono (primavera, no Brasil) de 1949, foi a primeira guitarra de seu tipo a ser produzida em uma escala significativa. Sua produção comercial pode ser traçada já em março de 1950, quando os modelos Esquire simples e com dois captadores foram vendidos pela primeira vez.
Hoje em dia inúmeras marcas fazem cópias da telecaster, tanto fabricas nacionais como estrangeiras, e mesmo luthiers que fazem guitarras sob encomenda.
A indústria asiática vem apresentando melhora contínua em sua qualidade e hoje em dia é possível se encontrar instrumentos bastante honestos nas faixa de R$800,00 como as Sx (Shelters) e Condors por exemplo. As fabricas nacionais também oferecem opções como a Tagima, também nessa faixa de preço. As guitarras squier by fender, série california, também apresentam uma qualidade honesta e excelente relação custo x beneficio, mas cuidado com a série Bullet pois a qualidade das madeiras selecionadas para sua confecção deixa a desejar.
No caso de uma guitarra de luthier, os preços são mais altos, porém existem possibilidades de se configurar a guitarra de forma personalizada. Para alguém com certa experiência e que sabe o que quer pode ser uma boa opção. Os preços variam bastante de acordo com o Luthier e o nível de peças utilizadas, começando por volta de R$1500,00 indo até onde a imaginação deixar.
Com relação às fenders, deve se ter bastante cuidado, existem fenders feitas em todos os lugares do mundo, dos EUA a Coréia, passando por Japão e México, até no Brasil já foram feitas (pela Giannini, sob licença conhecidas como Fender Southern Cross, mas foram produzidas stratos e não teles por aqui), sem falar nas atuais Squiers, sub-linha da Fender.
Os preços variam bastante assim como a qualidade. Inclusive a qualidade varia também dependendo do período que o instrumento foi fabricado. Boas dicas são as Fender Japonesas, que costumas ter a melhor relação entre custo e benefício.
Existem ainda ótimas opções de instrumentos usados de uma certa idade que não chegam as ser classificados como vintage (instrumentos colecionáveis de alto valor), mas são ótimas opções custo benefício, como Fernandes, Hurricane, Schecters e outras.
Entre os músicos que usam a Fender Telecaster estão: Jeff Buckley, John Frusciante (ex-Red Hot Chilli Peppers), Joe Strummer (The Clash), Bruce Springsteen, Keith Richards (Rolling Stones), Bob Dylan etc.

Pedal de efeito Wah wah cry baby - Carina Hublet Zambrana


Wah-wah é um pedal de efeito utilizado em conjunto com guitarras e eventualmente baixos. Este efeito não muda a nota tocada, como faz o oitavador, e sim atenua algumas frequências.
Seu nome é uma onomatopeia que faz referência ao som do instrumento, que varia entre grave e agudo.
Tecnicamente ele é um filtro de frequências que atua amplificando uma determinada faixa, sendo a banda passante do filtro determinada pela posição do pedal. Os mais comuns como o Cry Baby atuam na faixa de 500 Hz a 2 Khz.
Existem modificações possíveis de serem feitas a fim de melhorar o pedal, como chaveamento true by-pass, para evitar perda de sinal, e alterações de timbre e faixa de atuação.
Ele tem o formato similar ao de um acelerador de carro e uma das marcas mais famosas é a Dunlop (além de Vox, Budda, Rocktron, Ibanez, Boss entre inúmeros outros).
Tornou-se muito popular após ser peça fundamental nos sons de George Harrison, Matt Bellamy, Carlos Santana, Jimi Hendrix, Dimebag Darrell, Cliff Burton(que é um baixista), Tom Morello, entre outros.
O efeito de wah-wah também pode ser obtido na gaita de boca (harmônica) através de um movimento feito com uma das mãos enquanto se toca o instrumento.

Kiko Loureiro e suas guitarras - Carina Hublet Zambrana


Pedro Henrique Loureiro, mais conhecido como Kiko Loureiro (Rio de Janeiro, 16 de Junho de 1972), é um músico multi-instrumentista, compositor e guitarrista da banda brasileira de metal melódico/power metal Angra .
Além de sua discografia com o Angra, lançou em 2005 seu primeiro CD solo, intitulado No Gravity, o segundo (Universo Inverso) em 2006 e o terceiro (Fullblast) em 2009
Por dois anos seu professor, Pedro Bueno, ensinou-lhe os primeiros acordes e peças de violão.
Adolescente roqueiro, quis aprender a tocar guitarra. Ganhou sua primeira guitarra aos treze anos, uma Tonante modelo 1974 preta, e um amplificador cubo também Tonante. Foi então aprender os solos e riffs que ele desejava, de guitarristas como Eddie Van Halen, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Randy Rhoads, entre outros.
Aos dezesseis anos, já levando bem a sério o estudo da guitarra, foi estudar no antigo IG&T e lá teve a oportunidade de conhecer o guitarrista Mozart Mello, com o qual estudou durante cinco anos.
Foi neste período que começou a tocar profissionalmente nas casas noturnas de São Paulo. Sua primeira banda nesta época foi o Legalize (com Edu Mello nos vocais, Dennis Belik no baixo e Alja na bateria). Posteriormente tocou com a banda A Chave, participando também no projeto do tecladista Fábio Ribeiro, o Blesqui Zátsaz. Também nesta fase, ele conheceu Seizi Tagima, quando levou sua Ibanez, guitarra posterior à Giannini, para regular, e assim visitou o atelier deste famoso luthier. Depois deste encontro, Kiko e Seizi desenvolveram uma guitarra que veio a ser o protótipo da Tagima Zero e substituiu sua Ibanez. Ele utilizou tanto seu protótipo quanto as Tagima Zero por muitos anos e recentemente desenvolveu dois novos modelos, a Tagima K1 e a Tagima K2.
Aos dezenove anos foi convidado para entrar no recém-formado Angra. A partir daí sua história se confunde com a história desta banda. Teve de se dedicar por tempo integral ao Angra.
Em março de 1993 Kiko grava sua vídeo-aula pela produtora MPO, e logo em junho viaja à Alemanha para gravação do primeiro CD do Angra, intitulado Angels Cry.
Além de guitarra, Kiko também toca baixo, piano e bateria. No álbum Temple of Shadows, ele fez também uma participação com piano e em seus álbuns solo, tocou bateria em algumas músicas. No single "Acid Rain" da banda Angra ele tocou baixo, já que com a saída de Luiz Mariutti a banda ainda não tinha um baixista substituto (que mais tarde viria a ser Felipe Andreoli).
Apesar de ser canhoto, Kiko toca seus instrumentos de corda do tipo destro pois começou fazendo aulas de violão para destros.
Várias empresas associaram suas marcas a seu nome, principalmente as guitarras Tagima, apesar de ter gravado todos os álbuns do Angra com guitarras Epiphone; e o acompanharam mundo afora por diversas turnês e workshops. Outra empresa de guitarra, a japonesa Stafford, criou um modelo-assinatura de Kiko Loureiro, porém de venda exclusiva no Japão.
Ele foi colunista durante um ano e capa por duas vezes da revista japonesa Young Guitar, colunista e capa das revistas Guitar & Bass e Cover Guitarra e teve uma matéria publicada na Guitar Player americana em outubro de 2007, dentre outras publicações, e também foi eleito melhor guitarrista do mundo pela revista "Burrn!"
Foi chamado para fazer uma participação no álbum My Winter Storm, da cantora finlandesa Tarja Turunen, e participou da turnê pela a América Latina junto com ela. Recentemente ele participou da NAMM 2009, uma das maiores feiras musicais do mundo. Se apresentou ao lado de renomados músicos como Victor Wooten, John DeServio (black label society), Ritchie Kotzen, Eddie Jackson (Queensryche), Joe Satriani, Mike Terrana (esse já gravou com Kiko Loureiro dois álbuns do próprio), Doug Wimbish (Madonna, living Colour, Mick Jagger) e Neil Smith (Alice Cooper). Ja havia participado da NAMM 2008 antes. Ja tocou em diversos programas de TV, inclusive na Rede Globo (Jô Soares e Altas Horas), na Record, Espn Brasil, entre outras. Recentemente recebeu uma proposta para abrir alguns shows do Iron Maiden, mas não pode ir devido aos shows já agendados com o Angra.

Pedro Henrique Loureiro, mais conhecido como Kiko Loureiro (Rio de Janeiro, 16 de Junho de 1972), é um músico multi-instrumentista, compositor e guitarrista da banda brasileira de metal melódico/power metal Angra .
Além de sua discografia com o Angra, lançou em 2005 seu primeiro CD solo, intitulado No Gravity, o segundo (Universo Inverso) em 2006 e o terceiro (Fullblast) em 2009
Por dois anos seu professor, Pedro Bueno, ensinou-lhe os primeiros acordes e peças de violão.
Adolescente roqueiro, quis aprender a tocar guitarra. Ganhou sua primeira guitarra aos treze anos, uma Tonante modelo 1974 preta, e um amplificador cubo também Tonante. Foi então aprender os solos e riffs que ele desejava, de guitarristas como Eddie Van Halen, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Randy Rhoads, entre outros.
Aos dezesseis anos, já levando bem a sério o estudo da guitarra, foi estudar no antigo IG&T e lá teve a oportunidade de conhecer o guitarrista Mozart Mello, com o qual estudou durante cinco anos.
Foi neste período que começou a tocar profissionalmente nas casas noturnas de São Paulo. Sua primeira banda nesta época foi o Legalize (com Edu Mello nos vocais, Dennis Belik no baixo e Alja na bateria). Posteriormente tocou com a banda A Chave, participando também no projeto do tecladista Fábio Ribeiro, o Blesqui Zátsaz. Também nesta fase, ele conheceu Seizi Tagima, quando levou sua Ibanez, guitarra posterior à Giannini, para regular, e assim visitou o atelier deste famoso luthier. Depois deste encontro, Kiko e Seizi desenvolveram uma guitarra que veio a ser o protótipo da Tagima Zero e substituiu sua Ibanez. Ele utilizou tanto seu protótipo quanto as Tagima Zero por muitos anos e recentemente desenvolveu dois novos modelos, a Tagima K1 e a Tagima K2.
Aos dezenove anos foi convidado para entrar no recém-formado Angra. A partir daí sua história se confunde com a história desta banda. Teve de se dedicar por tempo integral ao Angra.
Em março de 1993 Kiko grava sua vídeo-aula pela produtora MPO, e logo em junho viaja à Alemanha para gravação do primeiro CD do Angra, intitulado Angels Cry.
Além de guitarra, Kiko também toca baixo, piano e bateria. No álbum Temple of Shadows, ele fez também uma participação com piano e em seus álbuns solo, tocou bateria em algumas músicas. No single "Acid Rain" da banda Angra ele tocou baixo, já que com a saída de Luiz Mariutti a banda ainda não tinha um baixista substituto (que mais tarde viria a ser Felipe Andreoli).
Apesar de ser canhoto, Kiko toca seus instrumentos de corda do tipo destro pois começou fazendo aulas de violão para destros.
Várias empresas associaram suas marcas a seu nome, principalmente as guitarras Tagima, apesar de ter gravado todos os álbuns do Angra com guitarras Epiphone; e o acompanharam mundo afora por diversas turnês e workshops. Outra empresa de guitarra, a japonesa Stafford, criou um modelo-assinatura de Kiko Loureiro, porém de venda exclusiva no Japão.
Ele foi colunista durante um ano e capa por duas vezes da revista japonesa Young Guitar, colunista e capa das revistas Guitar & Bass e Cover Guitarra e teve uma matéria publicada na Guitar Player americana em outubro de 2007, dentre outras publicações, e também foi eleito melhor guitarrista do mundo pela revista "Burrn!"
Foi chamado para fazer uma participação no álbum My Winter Storm, da cantora finlandesa Tarja Turunen, e participou da turnê pela a América Latina junto com ela. Recentemente ele participou da NAMM 2009, uma das maiores feiras musicais do mundo. Se apresentou ao lado de renomados músicos como Victor Wooten, John DeServio (black label society), Ritchie Kotzen, Eddie Jackson (Queensryche), Joe Satriani, Mike Terrana (esse já gravou com Kiko Loureiro dois álbuns do próprio), Doug Wimbish (Madonna, living Colour, Mick Jagger) e Neil Smith (Alice Cooper). Ja havia participado da NAMM 2008 antes. Ja tocou em diversos programas de TV, inclusive na Rede Globo (Jô Soares e Altas Horas), na Record, Espn Brasil, entre outras. Recentemente recebeu uma proposta para abrir alguns shows do Iron Maiden, mas não pode ir devido aos shows já agendados com o Angra.



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

paulo ricardo

Paulo Ricardo Oliveira Nery de Medeiros (Rio de Janeiro, 23 de setembro de 1962) e é um cantor, baixista e compositor brasileiro.

Biografia

Nasceu no bairro da Urca. Carioca, cresceu ouvindo Bossa Nova e Jovem Guarda. Desde a infância interessou-se por música, estudando um pouco de teclado na adolescência. Em 1977, muda-se para São Paulo e passa a atuar como baterista em uma banda, aprendendo em seguida a tocar violão. Logo forma a banda Prisma e, já nos anos 80, o grupo Aura, sempre voltado para o rock progressivo e new wave. Depois de cursar alguns períodos da faculdade de jornalismo na USP, passa uma temporada em Londres, entre 1982 e 1983, onde trabalha como correspondente de uma revista de música.

De volta ao Brasil, forma a banda RPM, da qual foi baixista e vocalista, junto de Luiz Schiavon (teclados), Fernando Deluqui (guitarra) e Paulo P.A. Pagni (bateria). O grupo estréia em show em 1984 e se tornam um dos maiores fenômenos do rock brasileiro da década de 1980, chegando a vender mais de 2,5 milhões de cópias.

Na fim da década de 1980, o cantor iniciou uma carreira solo, no qual passou por vários estilos, com ênfase na música romântica, até que, em 2002, retomou a carreira junto ao RPM, lançando CD e DVD ao vivo. No mesmo ano, a produtora Dreamworks convidou o cantor para cantar as músicas da trilha sonora da versão brasileira do filme Spirit - O Corcel Indomável, cuja trilha sonora original foi cantada pelo cantor Bryan Adams. Em 2003, a banda novamente se desfez, por boatos de que o cantor havia registrado como sendo de sua propriedade as marcas RPM, Rádio Pirata e Revoluções Por Minuto.

Paulo Ricardo lança sua nova banda, o PR.5, junto com Paulo P.A. Pagni (também ex-RPM), Jax Molina, Juninho, Paulinho Pessoa e Yann Lao, lançando o álbum Zum Zum em 2004. Atualmente, a banda tem nova formação, com Jota Resende nos teclados, P.A na bateria, João Marquee na guitarra e Ney no baixo. Em 2005 o cantor lançou o álbum Acoustic Live com participação dos integrantes do PR.5 e convidados. Neste álbum, o cantor interpreta sucessos internacionais de bandas e cantores que influenciaram sua formação musical.

No ano de 2006, lança o álbum Prisma (nome de sua primeira banda). Em 2008, o RPM lança uma caixa em comemoração aos seus 25 anos, com os três primeiros discos, um disco de inéditas e raridades e um DVD com o registro em vídeo do show Rádio Pirata Ao Vivo. Em Abril de 2011, Paulo Ricardo volta ao RPM, com uma pré estréia na virada cultural.

Foi casado com a modelo e atriz Luciana Vendramini, com quem rompeu em 1998, após quase 9 anos de relacionamento.


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